Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A morte do cometa C/2026 A1 (MAPS)! Infelizmente, reportamos que o cometa MAPS não suportou sua aproximação com o sol. Restos do que sobrou de sua aproximação podem ser vistos na imagem abaixo (é a pluma esbranquiçada no quadrante superior direito na imagem SOHO da Câmera C3 em 5/4/2026). Atualização 3/4/2026 . E lá vai o MAPS como visto pela câmera C3 do SOHO... A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) ...
Fig. 1 Trânsito de Titã às 2:41 (horário de Brasília) em 20 de setembro de 2025. Nessa simulação Stellarium, tanto o satélite como sua sombra podem ser vistos sobre o disco de Saturno. A presente temporada de observação de Saturno revela um planeta em que os anéis quase desapareceram. Esse fenômeno se deve à diferença de alinhamento orbital entre o plano da órbita da Terra e dos anéis. Mais interessante ainda é uma diferença de alinhamento com a órbita de Titã, a maior lua de Saturno e uma das maiores do sistema solar. Isso faz com que os chamados "trânsitos planetários" (quando uma lua ou sua sombra passam na frente do disco do planeta) sejam muito mais raros em Saturno do que em Júpiter. Mesmo com tantos satélites, apenas Titã e alguma outra lua têm geometria de alinhamento suficiente para gerar trânsitos que podem ser vistos desde a Terra. Luas menores de Saturno, que sempre transitam sobre o disco, são tão pequenas que sua observação é impossível em telescópios amadores. ...