Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) de vários cometas, entre eles, o MAPS. No eixo "y" estão as magnitudes heliocêntricas ou brilho dos cometas, como visto desde o sol. A função de brilho (em magnitudes decrescentes) é uma função que cresce à medida que a distância heliocêntrica se reduz. Isso significa que todas as curvas são funções crescentes. Quanto mais alta é a posição de uma curva, mais b...
Fig. 1 Tela de uma das janelas do software Occult prevendo a ocultação da estrela θ Ophiuchi em 13 de setembro de 2021 as 22:11 TU, para a localidade onde o autor deste blog mora. H á muitos eventos no céu que acontecem conforme a posição geográfica do observador. Esses são fenômenos "locais", que exigem que o observador tenha sua posição fornecida para que o evento seja previsto e observado corretamente. Ocultações (tanto por asteroides como pela Lua) são alguns desses fenômenos. Tabelas com ocultações podem ser encontradas, por exemplo, em sites como o da IOTA ( International Occultation Timing Association ) [1] para diversas localidades. A observação desses eventos requer planejamento antecipado, e, muitas vezes, o uso de equipamentos de cronometragem. De fato, para que serve a observação de ocultações? Conforme [1]: Uma ocultação é um das visões mais extraordinárias que um astrônomo amador pode testemunhar. Ocultações são como eclipses, pois envolvem a passagem de um o...