Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) de vários cometas, entre eles, o MAPS. No eixo "y" estão as magnitudes heliocêntricas ou brilho dos cometas, como visto desde o sol. A função de brilho (em magnitudes decrescentes) é uma função que cresce à medida que a distância heliocêntrica se reduz. Isso significa que todas as curvas são funções crescentes. Quanto mais alta é a posição de uma curva, mais b...
O ano de 2019 será marcado por grandes eclipses e uma passagem de mercúrio pelo sol, que estará bem calmo. Em contrapartida, este não será um ano interessante para observação de cometas, a menos que algum descobridor nos revele a presença de novo astro mais especial a nos visitar durante o ano. Chuvas de meteoros Sem dúvida, a chuva de meteoros Eta Aquáridas - com máximo entre 6 e 7 de maio de 2019 será o grande evento do ano para observadores abaixo do equador, tendo em vista que esse chuveiro beneficia o hemisfério sul e uma lua nova está garantida no dia 4, o que não prejudicará as observações. Com um máximo de 60 meteoros por hora, que são associados ao cometa de Halley, o mapa abaixo posiciona a radiante ou ponto aparente no céu de onde surgem os meteoros. A referência principal é um ponto entre Fomalhaut (particularmente brilhante no céu austral) e o grande quadrado da constelação de Pegasus. O observador deverá prestar atenção a região do céu distante 60-90 g...