Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) de vários cometas, entre eles, o MAPS. No eixo "y" estão as magnitudes heliocêntricas ou brilho dos cometas, como visto desde o sol. A função de brilho (em magnitudes decrescentes) é uma função que cresce à medida que a distância heliocêntrica se reduz. Isso significa que todas as curvas são funções crescentes. Quanto mais alta é a posição de uma curva, mais b...
Nas décadas anteriores ao aparecimento da World Wide Web (internet), os principais veículos de comunicação científica usavam revistas em papel que cumpriam o papel de disseminação do conhecimento. No caso da Astronomia não acadêmica e de ensino, essa função era fundamental, pois não se contava com nenhum outro meio de divulgação que não fosse o papel. De fato, o mundo acadêmico se baseava na publicação e leitura de revistas especializadas em papel. Com o advento da internet, a importância dessas revistas se reduziu. Isso não significa que elas não possam coexistir com outros tipos de divulgação eletrônica. Além disso, elas passaram a existir como meios eletrônicos por si mesmas, ou seja, o mesmo formato e estrutura pôde ser disponibilizado em arquivos eletrônicos, notadamente pelo uso da extensão PDF ( portable document format ). Essas revistas eletrônicas se inspiram no antigo formato em papel dos veículos de divulgação de conteúdo científico relevante. No Brasil existem di...