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Mostrando postagens com o rótulo conjunção planetária.

Atualização de cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS)

Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia:  Nicolas Lefaudeux (Facebook). A morte do cometa C/2026 A1 (MAPS)!   Infelizmente, reportamos que o cometa MAPS não suportou sua aproximação com o sol. Restos do que sobrou de sua aproximação podem ser vistos na imagem abaixo (é a pluma esbranquiçada no quadrante superior direito na imagem SOHO da Câmera C3 em 5/4/2026). Atualização 3/4/2026 . E lá vai o MAPS como visto pela câmera C3 do SOHO... A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) ...

Conjunção e Marte e Júpiter em Janeiro de 2018.

Fig. 1 Aspecto da conjunção na constelação da Libra entre Marte e Júpiter em 7/1/2018. U ma conjunção entre Marte e Júpiter será visível na constelação da Libra, antes do nascer do sol nos dias 5, 6,  7 e 8 de Janeiro de 2018. O máximo de aproximação ocorrerá no dia 7/1/2018 (ver Fig. 1) com  uma separação aparente média estimada entre os dois planetas da ordem de 14 minutos de arco. Uma conjunção tripla, com a Lua, poderá ser observada em 11/1/2018, novamente antes do nascer do sol deste dia (Fig. 2).  Fig. 2 Aspecto da conjunção tripla entre Júpiter, Marte e a Lua em 11/1/2018 antes do nascer do sol.

Conjunção de Júpiter e Vênus (18 de Agosto de 2014)

U ma das mais fechadas conjunções entre planetas do ano de 2014 está para acontecer na madrugada e manhã do dia 18 de agosto de 2014. A simulação feita pelo software Stellarium, mostra o instante das 5:50 do tempo local (Campinas/SP, Brasil) quando Júpiter e Vênus distam aproximadamente 15 minutos de arco um do outro (isso é aproximadamente metade do diâmetro da lua cheia). O par está muito baixo no horizonte, pouco mais de 3 graus de altitude e a proximadamente a 60 graus de azimute (em relação ao norte) na constelação do Câncer. É provável que a conjunção possa ser observada à vista desarmada até aproximadamente 30' depois do nascimento do fenômeno. Na data, Vênus terá diâmetro aparente de 10" enquanto que Júpiter será visível com aproximadamente 31". Para quem dispõe de equipamento, poderá seguir a conjunção após o nascimento do Sol. Progressivamente, cada membro da conjunção irá se separar ao longo do dia. Recomenda-se um binóculo para observar esse belo ...