Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) de vários cometas, entre eles, o MAPS. No eixo "y" estão as magnitudes heliocêntricas ou brilho dos cometas, como visto desde o sol. A função de brilho (em magnitudes decrescentes) é uma função que cresce à medida que a distância heliocêntrica se reduz. Isso significa que todas as curvas são funções crescentes. Quanto mais alta é a posição de uma curva, mais b...
Fig. 1 Imagem comparativa de um mapa feito por Eugene Michel Antoniadi (1870-1944) e imagem do telescópio Hubble de marte. Essa imagem estabelece uma "comparação areográfica" entre as mesmas regiões de marte como vista por Antoniadi e registradas pelo Hubble modernamente. O telescópio Hubble é um dos mais avançados sistemas de observação criados, enquanto que Antoniadi foi um dos mais hábeis observadores do início do Século XX. Ver também Fig. 4. " Além disso, a maioria dos canais que foram observados visualmente no Observatório de Lowell foram gravados repetidas vezes em um grande número de fotografias feitas durante os últimos quinze anos. Finalmente, que as observações visuais extensivas feitas nesse observatório foram confirmadas in toto e corroboradas em detalhes pelas fotografias ." (E. C. Slipher, ref. 17) " Tenho a suspeita irritante de que existe ainda uma característica essencial no problema dos canais marcianos q...