Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) de vários cometas, entre eles, o MAPS. No eixo "y" estão as magnitudes heliocêntricas ou brilho dos cometas, como visto desde o sol. A função de brilho (em magnitudes decrescentes) é uma função que cresce à medida que a distância heliocêntrica se reduz. Isso significa que todas as curvas são funções crescentes. Quanto mais alta é a posição de uma curva, mais b...
Fig. 1 C/2012 X1 (LINEAR) numa imagem por Gianluca Masi, Ceccano, Itália em 25 de Outubro de 2013. Projeto telescópio virtual, www.virtualtelescope.eu . C ometas são, verdadeiramente, objetos imprevisíveis. O f racasso do ISON pode reduzir o interesse de muitas pessoas pelos cometas, ao mesmo tempo que a imprevisibilidade deles os torna objetos fascinantes, o que contribui para restaurar esse mesmo interesse. Tal é o caso do cometa C/2012 X1 (LINEAR) que, embora não possa ser visto à vista desarmada, está brilhante o suficiente para ser observado com um telescópio de pequeno porte. Isso só é possível porque esse cometa passou por um " outburst " (ou seja, um aumento súbito de brilho) em outubro de 2013. Em abril de 2014, ele continua a ser o cometa mais brilhante até abril, embora já tenha passado o periélio. A curva de brilho é vista na Fig. 2 e mostra um comportamento bastante singular. Ainda em abril, esse cometa pode ser visto no hemisfério sul como um astr...