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Atualização de cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS)

Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia:  Nicolas Lefaudeux (Facebook). A morte do cometa C/2026 A1 (MAPS)!   Infelizmente, reportamos que o cometa MAPS não suportou sua aproximação com o sol. Restos do que sobrou de sua aproximação podem ser vistos na imagem abaixo (é a pluma esbranquiçada no quadrante superior direito na imagem SOHO da Câmera C3 em 5/4/2026). Atualização 3/4/2026 . E lá vai o MAPS como visto pela câmera C3 do SOHO... A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) ...

Nova estrela na constelação do Lobo

Mapa da AAVSO para a localização da nova estrela.

Com a denominação oficial V462 Lupi (TIC 1168661839), uma nova estrela foi descoberta em 12/6 pelo sistema automático ASAS-SN (sigla de "All-sky Automated Survey for Supernovae", ou busca automatizada de supernovas por todo o céu). Na sua descoberta, apresentava mag. 8.8 e logo foi objeto de análise espectrográfica por Yusuke Tampo do Observatório Astronômico Sul-Africano.

O mapa acima permite localizar a estrela, cuja posição é particularmente favorável para observadores no hemisfério sul. Segundo reportes publicados na revista Sky-&-Telescope, no dia 21 de junho, a estrela atingiu mag. 5.6, sendo visível à vista desarmada para observadores localizados em regiões escuras (sem poluição luminosa). Na maior parte das regiões, ela pode ser bem observada através de um binóculo.

O artigo de Yusuke Tampo no "The Astronomer's Telegram" declara como conclusão:

Meu espectro normalizado mostra as linhas de Balmer e He I ou Fe II com perfis de P Cygni. Os mínimos de absorção do perfil de P Cygni em Hα e Hβ estão localizados em torno de -1200 e -900 km/s, respectivamente. Combinando essas características espectrais e sua grande amplitude de erupção, concluo que este objeto é uma nova clássica.

Uma nova clássica é descrita como um par de estrelas de tipos bem diferentes, uma anã-branca e uma companheira em geral mais velha e muito maior. O material proveniente da estrela maior é capturado na forma de um disco em torno da anã-branca. O fenômeno da nova então ocorre com o início de reações termonucleares pela compressão do material no disco, o que é acompanhado por copiosa geração de energia. Essa energia torna visível o par, pois o aumento de magnitude pode alcançar 15 ordens de grandeza.

Representação artística de um par binário que dá origem a uma nova.

Referências

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