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Atualização de cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS)

Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia:  Nicolas Lefaudeux (Facebook). A morte do cometa C/2026 A1 (MAPS)!   Infelizmente, reportamos que o cometa MAPS não suportou sua aproximação com o sol. Restos do que sobrou de sua aproximação podem ser vistos na imagem abaixo (é a pluma esbranquiçada no quadrante superior direito na imagem SOHO da Câmera C3 em 5/4/2026). Atualização 3/4/2026 . E lá vai o MAPS como visto pela câmera C3 do SOHO... A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) ...

Eclipse penumbral: 18 de Outubro de 2013

Fig. 1 Sequência de imagens da lua mostrando a evolução
de um eclipse penumbral. Imagem: Observatório de Hong Kong.
Veja aqui os resultados de uma análise fotométrica deste eclipse.

Um eclipse penumbral ocorre quando a Lua entra a área da penumbra da Terra. A penumbra é a região da sombra que não está completamente obscurecida pelos raios do Sol. A diferença de brilho que se observa na penumbra se deve à diferença de tamanho entre o Sol e a Terra.

Então, esse tipo de eclipse faz com que a lua apareça apenas levemente escurecida (como visto desde a Terra, Fig. 1) e sua impressão é bem menos dramática do que em um eclipse total da Lua. Portanto, não espere grande coisa. 

O anoitecer do dia 18 de Outubro de 2013 será marcado por um eclipse penumbral que poderá ser visto na Europa, Oeste da Ásia, África, Leste da América do Norte e Leste da América do Sul (o que inclui o Brasil). Não haverá obscurecimento total, nem avermelhamento da Lua.

Para a cidade de Campinas/SP, a seguinte tabela fornece o horário para entrada, máximo e saída da Lua da penumbra. Para outras localidades, o horário fornecido segundo o Tempo Universal poderá ser usado para determinar esses momentos.

Fig. 2 Tabela com horários para  o início, máximo e fim do eclipse penumbral.

Este eclipse será sucedido por um eclipse total do Sol a 3 de Novembro de 2013 que não será visível no Brasil em sua totalidade.

O próximo eclipse lunar será a 15 de Abril de 2014.
Tempos de exposição para fotografar eclipses lunares.
Segundo Keith Cooley.

Fotografia de eclipse lunar

Para quem tiver interesse em registrar o fenômeno de forma fotográfica, a tabela da Fig. 3 sugere os tempos de exposição em segundos conforme indicado por Keith Cooley. Observe que esta tabela fornece o tempo conforme o número ISO e a abertura (número f). Na prática, o ideal é que se experimente com diversos tempos e aberturas para obter os melhores resultados. 

Alguns fatos interessantes sobre eclipses
  • Eclipses lunares somente ocorrem durante luas cheias;
  • Eclipses solares somente ocorrem durante luas novas;
  • Um eclipse solar sempre ocorre duas semanas depois ou antes de um eclipse lunar (no caso do eclipse de 18 de outubro de 2013, haverá ocorrência de eclipse total do sol em 3 de Novembro de 2013 que não será visível no Brasil);
  • Eclipses lunares podem durar no máximo 3 horas e 40 minutos, com a totalidade durante até 1 hora e 40 minutos;
  • Eclipses solares podem durar, no máximo 7 minutos e 40 segundos se forem totais (no equador). Se forem eclipses anulares, podem durar até 12 minutos e 24 segundos;
  • Eclipses lunares nunca podem ocorrer mais de três vezes ao ano. Eclipses solares ocorrem, pelo menos, duas vezes ao ano, mas nunca mais de cinco vezes;
  • Eclipses lunares são visíveis em todo um hemisfério. Eclipses solares são visíveis apenas em uma pequena faixa que tem, no máximo 270 km de largura;
  • O maior número de eclipses lunares e solares que podem ocorrer em um ano é 7;
  • Dado uma localização geográfica específica no globo terrestre, um eclipse solar somente poderá ocorrer novamente 360 anos depois naquela mesma localização, em média;
  • As características de um dado eclipse são repetidas a cada 18 anos, 1 dia e 8 horas, com algumas pequenas variações. Tal ritmo de longo prazo é chamado de Ciclo de Saros.  

Comentários

  1. Acho que há um erro nesse fato interessante:
    "• Eclipses solares nunca podem ocorrer mais de três vezes ao ano. Eclipses solares ocorrem, pelo menos, duas vezes ao ano, mas nunca mais de cinco vezes;"

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    Respostas
    1. Ola Eric

      Obrigado pela observação. Já corrigi.

      Excluir

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