Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) de vários cometas, entre eles, o MAPS. No eixo "y" estão as magnitudes heliocêntricas ou brilho dos cometas, como visto desde o sol. A função de brilho (em magnitudes decrescentes) é uma função que cresce à medida que a distância heliocêntrica se reduz. Isso significa que todas as curvas são funções crescentes. Quanto mais alta é a posição de uma curva, mais b...
O "antes e o depois" numa imagem de A. Valvasori feita no dia 16 de Março último, usando um telescópio de 32 cm de diâmetro. A imagem tem 20' x 20' de área. Fonte: Ref. (1) D escoberta no dia 15 de Março último, um estrela nova, de coloração amarelada e bem no centro do " pote de chá ", pode ser vista por meio de binóculos e até a vista desarmada, caso o observador se localize em região com pouca poluição luminosa (sua magnitude na data deste post é de aproximadamente 4). A notícia parece ter sido divulgada em primeira mão no site da revista " Sky and Telescope " (1). Segundo a revista, a estrela foi descoberta pelo caçador de novas John Seach na Austrália e apresentava na data a magnitude 6. Ainda segundo a nota, um dia antes nada havia sido registrado no campo da imagem pelo menos até magntude 10,5. Essa estrela está ao alcance dos observadores do hemisfério sul por se localizar na constelação de Sagitário. A posição da estrela é decli...