Foto do cometa C/2026 A1 (MAPS) como visto desde o telescópio Webb. Fonte: Wikipedia a partir de uma imagem processada por Melina Thévenot. Créditos NASA/ESA/CSA e Quicheng Zhang et al. N em bem postamos sobre a falta de cometas potencialmente brilhantes em 2026 e o 13 de janeiro de 2026 revelou a chegada de um novo cometa: o C/2026 A1 (MAPS) , descoberto no Observatório de S. Pedro do Atacama por um grupo de astrônomos amadores (o nome MAPS são as iniciais dos sobrenomes Maury, Attard, Parrott e Signoret dos responsáveis pelo programa de observação). Para deixar a história ainda mais fascinante, seus elementos orbitais apontam como um cometa do tipo "Kreutz", ou aqueles que passam rasantes no sol e, por isso, bem poderiam se chamar " cometas suicida s". A questão que se coloca (ou a "pergunta do ano") é: qual será a magnitude desse objeto próximo ao seu periélio? Há pessoas em grupos sociais já anunciando um espetáculo no começo de abril de 2026 quand...
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| "Eclipse Lunar" por Scott Kahn. |
O eclipse da lua de 2018, em 27 de julho, será acompanhado bem de perto por marte, o planeta vermelho em uma grande oposição. Lua e marte estarão tingidos de vermelho formando uma bela visão. O planeta por ser essa sua cor própria, a lua por estar oculta na sombra da Terra que, com sua atmosfera repleta de partículas que absorvem o azul, pintam de vermelho sua superfície.
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| O céu em direção à leste como visto desde Brasília/DF por volta das 18:00. Simulação Stellarium do início da noite de 27/7/2018. |
O fenômeno todo não será visível do Brasil e nem em todo o Brasil, mas apenas na sua parte oriental.
A lua já nascerá completamente eclipsada. No hemisfério sul é inverno e o Brasil é o melhor país nas Américas para se apreciar o evento. Quem estiver na parte oriental do Brasil (região costeira) terá as melhores condições para apreciar o evento.
Temos sorte de, já às 18:00 (21:00 UTC) ser possível apreciar a bela visão do eclipse-conjunção em sua fase final, mas sem muita influência do sol que terá se posto à oeste.
O eclipse também será bem observado em sua fase final em todo continente Europeu. Entretanto, os melhores locais serão no Oriente Médio e a parte ocidental da África.
Temos sorte de, já às 18:00 (21:00 UTC) ser possível apreciar a bela visão do eclipse-conjunção em sua fase final, mas sem muita influência do sol que terá se posto à oeste.
O eclipse também será bem observado em sua fase final em todo continente Europeu. Entretanto, os melhores locais serão no Oriente Médio e a parte ocidental da África.
Não há muito o que fazer a não ser apreciar a bela visão que convida a uma fotografia.
Em questão de menos de uma hora, o eclipse terá envoluído em direção à saída da lua da umbra, (a parte mais escura da sombra da Terra) e a segunda metade do eclipse penumbral será iniciada (a primeira parte ocorreu com a lua abaixo do horizonte).
A umbra abandonará o disco lunar por volta das 19:10. Finalmente, ela estará completamente livre da sombra da Terra por volta das 20:28 (23:28 UTC) quando o eclipse se encerra.
Lua cheia apogeana: 18 anos depois do último mais longo.
O eclipse será longo uma vez que a lua se encontrará no "apogeu" (ponto mais distante da Terra de um corpo em sua órbita), porém, isso não implicará em grande vantagem para os observadores no Brasil que acompanharão o fenômeno em seu fim. O diâmetro aparente da lua (aquele medido em minutos de arco) será menor e, combinado ao fato de a lua passar próximo ao centro da sombra da Terra, isso contribuirá para aumentar a duração do eclipse.
Em termos de duração, o último eclipse mais longo foi em 16 de julho de 2000. Aproximadamente 18 anos depois (o que corresponde ao período de Saros, importante na determinação dos eclipses) um novo eclipse longo ocorre.
Caso o leitor perca este eclipse, uma nova chance haverá em 21 de janeiro de 2019. Essa próxima ocasião será inteiramente favorável a observadores do Brasil, posto que todo o fenômeno será visível das Américas, porém estaremos no verão com maior incidência de nuvens que podem ocultar a lua.
Referências
https://eclipsewise.com/lunar/LEprime/2001-2100/LE2018Jul27Tprime.html
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| Animação segundo a wikipedia, mostrando a evolução do elipse em 27 de julho e a dimensão relativa da lua em relação a sombra da Terra. O horário acima é dado em "Tempo Universal". Deve-se subtrair 3 horas para obter o tempo de Brasilia. |
Lua cheia apogeana: 18 anos depois do último mais longo.
O eclipse será longo uma vez que a lua se encontrará no "apogeu" (ponto mais distante da Terra de um corpo em sua órbita), porém, isso não implicará em grande vantagem para os observadores no Brasil que acompanharão o fenômeno em seu fim. O diâmetro aparente da lua (aquele medido em minutos de arco) será menor e, combinado ao fato de a lua passar próximo ao centro da sombra da Terra, isso contribuirá para aumentar a duração do eclipse.
Em termos de duração, o último eclipse mais longo foi em 16 de julho de 2000. Aproximadamente 18 anos depois (o que corresponde ao período de Saros, importante na determinação dos eclipses) um novo eclipse longo ocorre.
Caso o leitor perca este eclipse, uma nova chance haverá em 21 de janeiro de 2019. Essa próxima ocasião será inteiramente favorável a observadores do Brasil, posto que todo o fenômeno será visível das Américas, porém estaremos no verão com maior incidência de nuvens que podem ocultar a lua.
Referências
https://eclipsewise.com/lunar/LEprime/2001-2100/LE2018Jul27Tprime.html



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