Fig. 1 Gráfico da distância heliocêntrica versus magnitude heliocêntrica para vários cometas que talvez permita estimar o destino do C/2026 A1. Cortesia: Nicolas Lefaudeux (Facebook). A morte do cometa C/2026 A1 (MAPS)! Infelizmente, reportamos que o cometa MAPS não suportou sua aproximação com o sol. Restos do que sobrou de sua aproximação podem ser vistos na imagem abaixo (é a pluma esbranquiçada no quadrante superior direito na imagem SOHO da Câmera C3 em 5/4/2026). Atualização 3/4/2026 . E lá vai o MAPS como visto pela câmera C3 do SOHO... A lguns informes sobre o estado do MAPS antes de sua passagem periélica e em complementação ao que foi publicado em Cometas em 2026: C/2026 A1 (MAPS) : Evolução da curva de brilho O gráfico da Fig. 1 é uma atualização fornecida por Nicolas Lefaudeux que permite tirar algumas conclusões sobre a perspectiva de evolução de brilho desse cometa. No eixo "x" está representada a distância heliocêntrica (distância do cometa desde o sol) ...
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| Fig. 1 Detalhes da geometria da sombra da Terra e posição da lua no eclipse lunar segundo (1). |
A imersão da sombra terrestre na lua, para moradores do fuso -3h (correspondente ao horário de Brasília) ocorrerá a partir da 3:00, com a lua aproximadamente a 45 graus de elevação em relação ao horizonte. Às 04:00 ela já estará completamente eclipsada, e terá, como companheiros no céu, Spica (α Vir) e Marte, já em direção ao horizonte oeste. A sombra começará a sair da superfície da lua a partir de 05:26. É importante notar que o final do eclipse não será visível no Brasil.
O mais interessante da ocorrência desse eclipse é o escurecimento do céu, que permitirá ver a olho nu estrelas que são bastante ofuscadas com a presença da lua cheia. Também brilhante será a presença de Marte, com mag. -1,4, já passada a data de oposição.
O aparecimento de Spica próximo da lua lembra o autor do eclipse lunar de 13 de abril de 1968, quando Spica surgiu a 1,3 graus a sudoeste de lua eclipsada. O brilho azulado de Spica fez então um belo contraste com a vermelhidão da lua.
Trata-se, também, do primeiro de uma série de eclipses lunares que ocorrerão em 2014 e 2015 (4). Essa será também uma oportunidade para realizar fotometria do eclipse (Fig. 3), usando o método que descrevemos anteriormente em nosso artigo "Fotometria lunar no eclipse penumbral de 18 de Outubro de 2013" (5). Dessa vez, porém, o intervalo de tempos de exposição terá que ser maior por causa do escurecimento mais pronunciado do disco lunar.
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| Fig. 3 Um arranjo possível (câmera DSLR e tripé) para fotometria durante o eclipse. Para mais detalhes, ver Ref. (5). |
(1) http://eclipse.gsfc.nasa.gov/OH/OHfigures/OH2014-Fig01.pdf
(2) Blog astronomiapratica: Alguns eventos astronômicos em 2014
(3) http://eclipse.gsfc.nasa.gov/OH/OH2014.html
(4) Outro eclipse lunar ocorrerá a 8 de Outubro de 2014, que será principalmente visto no meio do oceano Pacífico e, portanto, desfavorável ao Brasil.
(5) http://astronomiapratica.blogspot.com.br/2013/10/fotometria-lunar-no-eclipse-penumbral.html
(5) http://astronomiapratica.blogspot.com.br/2013/10/fotometria-lunar-no-eclipse-penumbral.html



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